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April 09, 2008

Meme boa tem origem desconhecida.

(TpM)

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March 24, 2008

sabe o que tem debaixo dos caracoois...
desculpa, eh atraas do cabelo neve meedio
futurosinternautos.jpg
ehhhh... misteerios sempre hah de pintar por aiiii

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March 19, 2008
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o 0
pontacabeca.escher.jpg
Escher - Magic Mirror / 1946
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February 28, 2008

Meu pai tem brincado de fazer paisagens com caneta esferografica ultimamente, mas ele não desiste de me dar sempre um barquinho atracado. hehehe
wilsonpaisagenscanetabic.jpg
Wilson Limongelli / 2007 - com caneta esferográfica

nos k nos - essa série dele ta show

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February 26, 2008

Sabe... cansei... estava aqui pensando, pra nao se assumir algo errado, a tendencia de quem estah com o problema eh falar que o problema eh teu, mas tudo numa semana soh, eu nao aguento. A ultima de hoje, acesso o msn ele me manda o recado que o meu email estah errado ou minha senha, caramba... tenho algumas senhas mas nao eh possivel, e lah vou eu de novo, entao eu lembrei da historia de jogar merda no ventilador e tambem de uma vez que fui ao zoologico e o hipopotamo quando fazia o ccco ele abanava o rabo e espalhava merda pra todo lado, pensei... isso nao deve ter acontecido soh comigo deve ser mania de hipopotamo que muita gente anda copiando, deve ter no youtube, e nao eh que tinha mesmo, e nem eh o mesmo hipopotamo do zoologico daqui de Sao Paulo, e mania de hipopotamo de espalhar merda pra todo lado em franca expansao.

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February 22, 2008

Foto Histórica

Meu pai pediu pra eu imprimir pra ele, todos esses passaram (... eu passarim...) pela Companhia de Annuncios em Bonds, vou falar os nomes como meu pai chamava eles, os que eu souber inteiro eu coloco mas é como ouvia.
fotohistorca.jpg
Nestor Thomé, Thomaz Ianelli, Ivo Araújo
Xeslau, Rubens A. Vaz, João Cardacci, Wilson Limongelli, Domingos Braga (tb chamavam de amigo da onça)
Oswaldo Morganteti, Henrique Mirgalowsky, Fritz Lessin, Hélio A. Guimarães, e um que eu não sei.

estou fazendo mais algumas que meu pai pediu eu ponho depois, beijo a todos e saudades daqui

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February 02, 2008

saudades do meu irmão, muitas saudades, não me acostumo desse jeito, é difícil!

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November 14, 2007

FORA DE SÉRIE

Fica Comigo Agora - Hélio dos Passos

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November 09, 2007

d_cam2.jpg

é bem como me sinto; um cacto

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November 08, 2007

Coisa Tua - (Alice Ruiz)

Assim que vi você
Logo vi que ia dar coisa
Coisa feita pra durar,
Batendo duro no peito
Até eu acabar virando
Alguma coisa
Parecida com você
Parecia ter saído
De alguma lembrança antiga
Que eu nunca tinha vivido,
Mas ia viver um dia
Alguma coisa perdida
Que eu nunca tinha tido
Alguma voz amiga
Esquecida no meu ouvido
Agora não tem mais jeito,
Carrego você no peito
Poema na camiseta
Com a tua assinatura
Já nem sei se é você mesmo
Ou se sou eu que virei alguma coisa tua

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October 05, 2007

Madame Butterfly

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October 03, 2007

sabia q o pai desse gatinho é um gato?
riscas-bb.jpg

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September 24, 2007

Num meio-dia de Primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se longe.

Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu tudo era falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas -
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque nem era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.
Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E que nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!

Um dia que Deus estava a dormir
E o Espirito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez com que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o sol
E desceu no primeiro raio que apanhou.
Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E porque toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas
Que vão em ranchos pelas estradas
Com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.
Aponta-me todas as coisas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando agente as tem na mão
E olha devagar para elas.

Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar para o chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espirito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou -
"Se é que ele as criou, do que duvido." -
"Ele diz por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."

E depois, cansado de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
E eu levo-o ao colo para casa.

Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é humano que é natural.
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.

E a criança tão humana que é divina
É a minha quotidiana vida de poeta,
E é por que ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre.
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.

A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.

A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direcção do meu olhar é o seu dedo apontando.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.

Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo o universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.

Depois eu conto-lhe histórias das coisas só dos homens
E ele sorri porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do Sol
A variar os montes e os vales
E a fazer doer aos olhos os muros caiados.

Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.

Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.

Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.

Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há-de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam ?

Alberto Caeiro

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September 14, 2007

lob o to mia

sem mais poesia rasguei lembranças a palavra feria agora sem dor vazia / lobotomia

lobotomia.jpg

(post de 29 de abril de 2003)
com certeza voce viu primeiro aqui
depois na capa da piaui

vou dar as referencias desta fotografia
Hebert List - Trépanation

Hebert List nasceu no ano de 1903 em Hamburgo, essa foto faz parte de um estudo fotográfico "Viennese Panoptikum".
Direcionou seus interesses para as artes especialmente para a fotografia. Em 1936 mudou para a Grécia e depois Paris, trabalhou para publicações da França, Inglaterra e EUA. Depois da guerra mudou-se para Munique.

PS - tenho oito fotografias dessa série, colocarei aqui pra voce meu seleto leitor, antes da Piauí voce viu aqui.... e com referência... viu?

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August 08, 2007

Aço e Flor

quem nunca viu
que a flor, a faca e a fera
tanto fez como tanto faz,
e a forte flor que a faca faz
na fraca carne,
um pouco menos, um pouco mais,
quem nunca viu
a ternura que vai
no fio da lâmina samurai,
esse, nunca vai ser capaz.

Paulo Leminski

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August 07, 2007

Panis et Circenses - Mutantes

"...mandei fazer de puro aço um luminoso punhal
para matar o meu amor e matei
às cinco horas na avenida central..."

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July 09, 2007

não saberia mais esconder
essa vontade de ver
ter / saber / sentir
amar você

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