Provocações também é o nome do programa daquele senhor que de vez em quando faz algum ataque, pai de um dos integrantes do Karnak, inclusive lembrei do lulucamargo que está no nikita, que fez um comentário, tem que estar na fita, não é porque rima com King Kong, mas é legal a mania do Louis Armstrong.
Essa foto de Herbert List, nasceu em 1903, e fotografou o Museu de Cêra Panoptikum de Vienne, e essa Obra "Gorilla carring off a white girl", é a adaptação de um escultor francês, Emanuel Fremiet. O original foi inspirado por uma repórtagem de evento trágico ocorrido em Transwall Republic. Enquanto tomava banho, a filha de um plantador foi surpreendida por um gorila e a arrastou para dentro do mato, e segundo palavras do catálogo, acariciou-a num estilo de macaco (não sei se é bem isso) "fondled her in monkey-stile". O pai horrorizado, correu para o lugar, despachou a besta com um tiro de rifle, mas sua desafortunada filha tinha sido esmagada pelo braço musculoso do macaco.
Nossa essa história deixaria até o Tarzan mudo.
Poucos conhecem o publicitário Dali, a agência New York Agency Cecil & Presbey, Inc. , publicou uma série de anúncios para revistas, em 1946, para o cliente Brian Hosery Mills, do artista surrealista Salvador Dali.
(i)lustrava meias de seda
em pernas numa pirâmide
com muitas borboletas
a última era uma bailarina alada
tudo em equilíbrio
tocando trombeta
por um fio
na perna central, primordial
as do lado
tinham caído
fora do ideal
tem uma mesa
com quatro pernas
três não andam
a quarta fica amarrada
por uns fios em cima da balança
talvez andar pulando cansa
e o relógio?!
um está desenxabido
e este outro pisoteado
vai ver porque meia
não dura nada
você enfia e ela desfia
se acontece, uns dizem:
põe cola… esmalte…
tem gente que faz bola
daí sim têm pernas de meninos
correndo… correndo…
e ela rola a caminho do gol, e é gooolllll !!!!!!
cavalo alado, para mim
é Pégaso
se fosse com braços, mãos
propaganda de luvas
botava uma fé
mas com os pés
como pegazul?
Sempre amei esses anúncios, quis compartilhar, pode ser que tenha alguém que não tenha visto, espero que tenham curtido, tenho muito mais até de outros artistas que enveredaram pelo menos um pouquinho para publicidade, vou pondo aos poucos.


Por hoje é só pessoal! Tô no corre… corre… corre… UH UH UH
Detergente Orwal - Wilson Limongelli - 10/04/1969

Prometi um por dia, mas quem me conhece ja sabe bem que…
"SOU MESMO EXAAGERADAAA…"
Lab. Mytra ou Nytra (tá ruim de ver) - Wilson Limongelli - 04/04/1952

Ind. e Com. Tigre S/A - Wilson Limongelli - 06/09/1948

Minorativas - Wilson Limongelli - 1956

A Cia. de Anúncios em Bondes teve seu início em 1918, dirigida pelo Seu Mirga, e meu pai, Wilson Limongelli, foi um dos desenhistas publicitários que trabalhou lá, a profissão reconhecida em carteira era de comerciário, brigaram, lutaram e reconheceram a classe profissional dos publicitários, fundaram a APP (Associação Paulista de Propaganda), não vou me estender mais, são muitas histórias tristes e alegres e ontém fui visitar meus pais, meu pai está bem velhinho mas com a mão firme, desenhando bem ainda, misturando muitas coisas na cabeça e contando histórias de 40 anos atrás e dizendo que foi outro dia, mas o que é o tempo?!
Tentando continuar o por que disso tudo, é que tenho em mãos muitos, mas muitos roughs que eles chamavam de croqui, muito antigos, pretendo colocar cada dia um (não darei nenhum tratamento de imagem) com a data e o desenhista que fez, estreando hoje vou por dois, escolhi aleatóriamente.
Esse lançamentooo… SENHORAS e SENHORES, é preparado exclusivamente à vocês, meu seleto público (devo ter uns 6 diários) que eu sei até quem são, ia ter banda com coreto e tudo mas acho que tiveram algum probleminha, acho que foi o gato na tuba de novo. Preparem-se, com vocês, os participantes de hoje:
Casas Pernambucanas - 27/01/1948 - Wilson Limongelli

Phymatosan - 1956 - Rubens Vaz

Quantas vezes sentei num balanço e num vai e noutro vem eu atravessava do ontém pr'o amanhã e tinha a sensação quando eu dava o impulso na hora que o vai, vai… eu em seu último momento em que quase iria se tornar vem, me lançaria no espaço e voaria pr'a todos os tempos.
Acharia o Spock, Flash Gordon, Imperador Ming, Príncipe Namor, Nacional Kid com o Goro, os Incas Venusianos(AWIKA)… e seria todos eles, viveria todas as suas vidas, seria o mocinho e o ladrão, dava jeito em tudo nesse mundo.
Tinha muitos "eus", fazendo muitos tipos, o novo e o velho. Gargalhava com a alegria e brigava com a tristeza. Essa vida era personagem da minha, e em alguns vai-e-véns a coisa se invertia. Isso fazia um elenco bem grande, tantas vidas todas contracenando entre si, sou diretor, protagonista, coadjuvante, tudo ao mesmo tempo.
Vivia isso numa vida eterna, que iniciava quando o balanço quase se tornava vem, no último momento do vai, eu ia… até chegar ao chão. E com os joelhos esfolados, saía correndo e rindo!
nesse digimundo… matrix… ciberespaço…
tem gente que diz; mundo virtual
que é o mesmo mundo real
voce conhece a mesma gente
de jeito diferente
nem reconhece se o vizinho internauta
pode ser seu parente
conheço um figura
com descendência oriental
no mundo físico parece lord inglês
sua persona virtual fala pr'a caramba
"o isshcambau, e coisa e tal"
modus operanti desse viajante ciberespacial
Essa história veio, quero falar mais dela, vai ficar para depois, ta relacionada um pouco com o o que eu queria falar do Fábio, que foi para o pico do papagaio, me proporcionou uma saudade feliz, duma viagem que fiz.
as asas só serão de cêra
enquanto o sol
estiver do outro lado
do mundo
Geralmente a Lys está dormindo quando o sol está do outro lado, e ela voa! Quando parte dele ainda está do outro lado, até hoje, eu também vôo. Dizem alguns estudiosos de gente, que adulto pára com isso na adolescência, mas que posso fazer, sou uma velha que voa ou estou na terra do nunca.
E é tão real para a Lys quando o sol está presente que ela acredita que possa fazê-lo, eu sempre digo a minha filha para partir do chão, caso tente. Eu sempre escolhia umas marquises, tinha uma em construção perto da minha casa, eu tinha uns 4 anos, meu irmão era um ótimo instrutor de vôo (ele tinha 5), escolhíamos o lugar para pular, embaixo sempre tinha um monte de areia, só não deu certo uma vez… vai ver porque era dia! Foi duma janela que tinha um laguinho embaixo com umas pedras, mas nada que uma boa costura não resolvesse.
Drumond em Resíduo, diz: "De tudo fica um pouco. Um pouco do teu queixo no queixo de tua filha." E com certeza o sonho de voar para mim fica o botão, o frescor, a leveza… minha filha esse botão de flor-de-Lys tem um pouco dos meus sonhos.
Caramba, lembrei duma música do Raul que eu e a Lys cantamos juntas sempre, se vc acha que não é demais é pq não tem um filho: "Sonho que se sonha só, Só é um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidaade!"
Sabe, se eu tivesse que nascer de novo eu ia querer ser uma ave, galinha não! Fuga das Galinhas deu para mim, catapulta, super-galo tentando mostrar valor, e a Ginger incansável em milhões de tentativas, e vai ver que minha quota de galinha tenha se esgotado há muito tempo.
Queria uma ave cosmopolita, que atravessasse os sete mares, podendo viver em todos os continentes… ah! Mas parece que existe um período longo de espera para poder voltar, até lá então, quem sabe uma ave inter-galáctica, iria comer os insectas, ou atropelar a nave do Ender na sua batalha final e botar tudo a perder, seria emocionante!
Sonhar até alçar o vôo-livre de cara pr'o sol!
mandala… microscópio… caleidoscópio… forma/cor… biologia… magia…
rodavam nos meus dedos, liquidificavam na minha cabeça
em cada movimento uma novidade,
ver em cada coisa a gestação, a meiose/mitose, bipartição…
nascer/crescer/morrer ou explodir
numa visão divina
O devaneio era esse, o que veio de concreto foi a cidade, tantas mudanças sempre impõem um novo olhar, um trajeto diferente, parecido com a mandala. Fiquei pirando em querer filmar cidades antigas, medievais, sempre horizontais, em vários lugares, tudo em 180º, ver a cidade como um ser vivo seu processo de crescimento/verticalização. Eh, mas não era po$$ível. Bom, la fui na FAU atrás de fotos de cidades assim. Então conheci o Mauro, já o conhecia, mas ai eu conheci um ser Mauravilhoso (ficou over neh!?) mas ele eh overmente maravilhoso, então não é exagero! E falei o que queria fazer, e meu tesouro ficou mais precioso. Fomos coletando imagens, um montão de livros e dá-lhe scan. Mas no meio desse processo veio o tema do festival do minuto, advinhem: "Olhar sob a cidade", não estava perfeito? Tínhamos até resposta porque nos embrenhamos naquela empreitada. Bom se vai ser um filme tem que ter a mandala, produzir em 3D que eh o legal, quem toparia?! quem???? Bruno Bravo Johnny Mosconi Júnior. Era um meninão moreno com um baita sorriso lindo, conhecia também la da Escola do Futuro, tinha dado uma carona quando fui pegar o Caio uma vez, era meio elétrico, um olhar triscante para tudo quanto que eh lado. Entrou o Dupont na história, mas limamos os fractais, entrou o Lana, o Alê Boechat editou.
E ficou a nossa mandala movimentando-se, e depois vêm as cidades; começando com uma do Kenya/Kisumu parecendo uma célula que vai se reproduzindo por bipartição, meiose, mitose em outras cidades como: Sian/China, Palmanova/Italy (parece uma estrela), Bergues/França, tem uma cidade em ruínas da Dinamarca, a última antes da verticalização era uma cidade medieval com arquitetura no formato de cruz. Têm umas dezenove cidades no filme, coletamos mais de 100, fizemos uma triagem e só pegamos as que tinham sido tiradas há mais de 50 anos, pq o povo começou a aloprar dizendo de problemas com direitos autorais, colorimos tudo no photoshop, morfeamos, tem até uma parte q parece q o pulso ainda pulsa, a sístole-diástole, tum-dum tum-dum, as fotos da queda depois da verticalização são da Mabel esposa do Maurão, e a música do Mago Wilson Sukorsky, minimalesco.
Tem Suannes na fita com os letreiros, o pessoal da Trattoria que passou para vídeo, e aquele Mike Tyson que o Caio mandou p/ o Guilherme era poderoso, eu subestimei vi até aquela árvore que ficava ali no meio virar o pé de feijão. Foi legal, faz um tempo, acho que esse blog vai ser tipo o Baile da Saudade, chama o Agnaldo Rayoooollll !!!! Lembrei aquela foto que vc me ofertou, sentei naquele banco da pracinha só porque foi la que começou o nosso amor, a mesma praçaaaa, o mesmo bancooo...
Ah! não contei o mais hilário, sabe aquele azarão que fez um filme q tem o nome da entrada do cemitério de Paraibuna, caminho para o litoral norte, naquela serrinha, então perguntei pro cara, pq vc não classificou o Cit[y]ology? Ele disse: Não tem cidade no filme que vc fez, vc fugiu ao tema.
Coisas da vida… qual é a moral… qual vai ser o finaaal… dessa históriaaa… FIM
lembro d'um tempo
que já não importa
mas com lembranças
a vida ainda volta
da minha Mãe
a fim de me ver forte
não cansava de dar Emulsão de Scoot
e continuava a meia
a ser engolida pelo sapato
e a vida pela morte
Essa faz tempo, mas quando li o texto no jornal "Uma certa saudade", e tinha colubiazol, antiflogestine, etc..., tudo tão familiar, não resisti a minha dose diária de Emulsão de Scott quando criança, que deu nessas linhas na minha adolescência.

Para Vincent
Da lucidez alucinógena
Na loucura a razão de ser
Meu beijo
Kátia
Intrigante Vincent Van Gogh pintar quadros com girassóis em vasos e colocar no quarto de Gauguin, ele pintava lindos campos de girassóis, ele tem um quadro com dois girassóis caídos que parecem agonizantes. A relação deles era tão tensa, as críticas às pinturas um ao outro eram tantas, e Vincent tinha sua linguagem para dizer as coisas, e girassóis cortados não captam os raios solares e acompanham o sol, orelhas cortadas não captam o som, e ele fez os quadros e cortou a orelha tendo Gauguin como o protagonista da história.